Não basta ser Pai, tem que participar…

2014 foi um ano de grande mudança nas nossas vidas. Já em Fevereiro descobrimos que Deus tinha nos presenteado com o crescimento da nossa família e que a partir dai tudo mudaria. Desde o começo, decidi que seria o mais presente possível em todo o processo da gravidez e também quando nosso bebê nascesse. E assim o fiz: fui a todas as consultas que a Aline teve com a Midwife, me cadastrei no site do babycenter para receber todas as atualizações semanais da gravidez (muito engraçado, pois o site parte do pressuposto de que somente as mães se cadastram, então a linguagem era tipo assim: Cristiano, esta semana você deve estar sentindo isto, isto e isto… hahaha) e também fiz algumas outras pesquisas para saber o que estava por vir.

Manuela 201433

As Midwifes (parteiras) foram sempre super pacientes e dedicavam bastante tempo para responder a nossas perguntas (mesmo que elas fossem um tanto sem noção do papai de primeira viagem aqui) e eu até fiquei “famoso” com elas, pois normalmente sabia os números melhores que a Aline (peso, dimensões, etc), eu os lembrava de uma consulta para outra antes mesmo delas dizerem se tinha aumentado ou diminuído🙂.

Em casa também tivemos diversas mudanças, pois com o passar do tempo, Aline ia diminuindo suas atividades da casa e eu aumentando. Nunca fui muito fã de serviço domestico (quem eh?), mas não tinha escolha, era arregaçar as mangas e ir para a faxina.

Com relação às compras, quem me conhece sabe que sou bem contido (para não dizer pão duro) com os gastos e Deus é tão bom que pudemos economizar bastante com muita coisa, seja com promoções, presentes ou doações (que foram muitas por sinal). Neste quesito eu e Aline nos alinhamos super bem e foi bem tranquilo.

Durante todos os 9 meses tentei ao máximo processar a informação de que nossa filha estava a caminho e este amor crescia cada vez mais dentro de mim, mas na minha opinião, para o homem a ficha realmente cai quando vemos e podemos pegar no colo aquela criaturazinha tão linda e indefesa. Na verdade minha ficha ainda não caiu por completo, muitas vezes ainda me pego sem acreditar no tamanho da benção que Deus nos deu. Impossível explicar com palavras.

Manuela 201446

É impressionante como um pai se sente quando o filho tem algo, sentimento totalmente novo para mim e novamente indescritível. Manuela tem sentido umas cólicas com certa frequência, e como gostaria de poder passar aquela dorzinha para mim e vê-la dormindo como um anjinho. Instinto protetor.

Aline tem relatado a experiência dela como mãe e acho importante descrever aqui também o que tenho sentido como pai. Depois que a Aline fizer o post sobre o parto, venho relatar minha visão do parto também (que aventura viu rsrsrs).

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Esta entrada foi publicada em Familia, Gravidez, Sentimentos. ligação permanente.

2 respostas a Não basta ser Pai, tem que participar…

  1. Romulo diz:

    Olá casal. Parabéns pela filhota, ela é lindona!! Vcs realmente são um casal abençoado por Deus. São o tipo de pessoa que nem conhecemos pessoalmente, mas já gostamos. Espero um dia que nossas familias se conheçam pessoalmente (estamos no processo FSW, se der tudo certo meados de 2015 estaremos desembarcando em Toronto).

    Quanto as colicas, não tem jeito, vão alguns meses nesse sofrimento. Melhor coisa é o peito, melhor conforto para ela nessas horas, e claro, sua mulher evitar frituras e coisas gordurosas, que vai tudo pro leite e piora a situação da Manuela.

    Forte abraço e bom Natal!

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