5 anos

DSC03523E assim se completam 5 anos nas terras geladas.

No dia 16 de setembro de 2009 saimos do Brasil com destino a Toronto, sem lenço (e com) documento :). Não sabíamos o que viria pela frente e por quanto tempo ficaríamos aqui. Depois de 5 anos, as duas afirmações da sentença anterior continuam sendo perguntadas por nós mesmos frequentemente, mas com a certeza que estamos no lugar certo, na hora certa. Eu diria que 5 anos para um imigrante são como 10, pelo fato de tudo ser novo e você ter que reaprender coisas que já estava careca de saber. Como tudo na vida, dores e delícias compartilham do nosso dia a dia e o bom da vida é isso. Seria muito ‘boring’ se a vida fosse sempre do mesmo jeito, vivesse sempre nos mesmos lugares, tivesse sempre os mesmos amigos e as opiniões não mudassem nunca. Creio piamente em raízes, valores e relacionamentos duradouros, mas isso não tem nada a ver com se enraizar a tal ponto que caso precise mudar de jardim, você irá morrer porque as raízes estão profundas e firmes demais. Viajei agora, mas é porque é tempo de reflexão nas nossas vidas. Eu e o Cris adoramos uma rotina e adoramos surpresas e mudanças. Engraçado isso, né? Parece contraditório, mas nosso conceito é viver a vida, Carpe Diem, todos os dias. E a vida só faz sentido quando temos a certeza do que nos espera após ela. Sim. A gente acredita que somos peregrinos nessa terra e que o futuro é algo inimaginável!

Agradecidos somos ao nosso bom Deus por nos permitir sonhar e realizar nossos sonhos (ou seria os sonhos dEle??). Sem Ele, nada disso faz sentindo. Também eterna gratidão as nossas lindas famílias que acreditam, oram, torcem, lutam, gastam (literalmente, rsrs) junto a com a gente desde o início. Thank you, thank you. Aos amigos, que estão sempre dando e perguntando sobre notícias e também torcem por nós; que graça teria a vida sem amigos? E por fim, a Manuela, que ainda nem chegou nesse mundao, nem sabe o que a aguarda, mas ja contribui imensamente para a nossa felicidade. Obrigada por vir coroar esse ano onde comemoramos 7 anos de casados e 5 de imigrantes._MG_1644

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Niagara Falls – NY

Quando fomos a Buffalo-NY, não tivemos muito tempo para visitar Niagara Falls do lado americano, mas dedicamos uma tarde do nosso fim de semana para andar pelo Niagara Falls State Park (bem grande por sinal).

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Se você já foi a Niagara Falls do lado Canadense, sabe aquelas pessoas que vemos do tamanho de uma formiguinha descendo umas escadas vermelhas pertinho da queda americana? Pois é, fomos lá conferir (Este é o passeio a Cave of the Winds Trip).

Assim como o lado canadense, os americanos tiram bastante proveito do turismo em Niagara Falls e o que não faltam são coisas para se fazer. Por $36.00 dólares você pode comprar o Discovery pass que te dá direito a 5 atrações:

- Niagara Adventure Theater: Filme de 40 minutos que conta a história de Niagara e algumas aventuras de seus desbravadores. Eles providenciam fones de ouvido em outras línguas, infelizmente o Português não está na lista.

- Aquarium of Niagara: Sou fã de aquários, e já até escrevi sobre o aquário plantado que tínhamos no Brasil, mas não sei porque este aquário de Niagara não me atraiu muito, mas como não fomos, não posso comentar.

- Cave of the Winds Trip: Neste passeio você pega um elevador e desce 53 metros para poder andar nas plataformas de madeira que te levam bem pertinho da queda americana. As plataformas são reconstruídas todas as primaveras para o verão.

- Niagara Gorge Discovery Center: Centro de informações sobre a natureza de Niagara e sua geologia. É também o ponto de partida para algumas trilhas no parque.

- Maid of the Mist: Famoso barco que leva os visitantes até bem perto das quedas. Se prepare para molhar. Do lado canadense não é mais possível fazer o passeio com o Maid of the Mist. Desde a primavera de 2014 uma nova empresa (Hornblower) está operando os passeios do lado canadense. Pelo que tudo indica, os barcos são mais novos e com maior capacidade.

Como era feriado prolongado, vocês imaginam como tudo estava lotado, mas não queríamos perder a oportunidade e encaramos a fila para irmos ao Cave of the Winds Trip (1 hora e meia de espera). A atração realmente é bem legal e vimos as quedas de um ângulo bem diferente, vejam as fotos abaixo:

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Ainda aproveitamos para caminhar pela Goat Island, que aliás é bem grande e nos deu uma canseira. Tivemos que voltar para a entrada do parque de Trolley ($2 por pessoa), uns trenzinhos que ficam rodando o parque, pois Aline e Manuela não aguentavam mais caminhar rsrs.

Faltou bastante coisa para fazer e ver, mas o parque está logo ali (bem ali de mineiro mesmo) e se tivermos oportunidade iremos voltar com certeza.

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Compras em Buffalo –NY

Há 5 anos morando no Canadá, ainda não tínhamos feito a travessia da fronteira em Niagara Falls para fazer compras no vizinho debaixo. Já fizemos algumas viagens ao EUA e inclusive escrevi sobre elas aqui e aqui, mas o objetivo era sempre turismo. Desta vez atravessamos a fronteira com o objetivo de fazer compras (é claro que não deixamos de lado a oportunidade e fizemos um pouco de turismo também).

Na região de Niagara Falls, existem 3 opções para você atravessar a fronteira:  Via Peace Bridge (em Fort Erie), Rainbow Bridge (Niagara Falls) e Queenston mais ao norte de Niagara. Nesta viagem fomos via Peace Bridge e voltamos via Rainbow Bridge. Sugiro sempre consultar os sites da fronteira dos dois lados para saber qual o tamanho da espera (aqui e aqui).

Ficamos hospedados no Residence Inn by Marriot próximo ao Walden Galleria e achamos super conveniente a localização. Como a maioria das compras eram para nossa filha que nascerá em Novembro, próximo ao hotel tínhamos Walden Galleria, Carters, Target, Sears, Walmart, Burlignton Baby Depot. E também fomos a região de Niagara Falls Boulevard onde também estão várias outras lojas e entre elas fomos a Baby R Us. E na nossa volta ao Canadá, antes de atravessar a fronteira, fomos ao Fashion Outlets of Niagara Falls.

A grande pergunta é: realmente vale a pena fazer compras na fronteira? Obviamente depende do que irá comprar, mas na minha opinião, a melhor opção seria se você estivesse de passagem para alguma viagem e parar para fazer umas compras (no nosso caso, iriamos para Washington, mas com a Aline de 7 meses de gestação, achamos que a viagem seria muito cansativa e optamos por somente ficar na fronteira mesmo). Os preços no geral estavam entre 30% a 40% mais baratos que no Canada e várias lojas com promoção de Labour Day.

Lembre-se sempre de verificar o site do governo sobre os valores que poderá trazer para não pagar imposto quando retornar ao Canadá. Se ficar nos EUA menos de 24 horas, não tem direito a trazer nada sem pagar imposto, entre 24 horas e 48 horas 200 dólares e acima de 48 horas 800 dólares.

Seguem algumas fotos do pouco turismo que fizemos em Buffalo:

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Prefeitura

Prefeitura

Lafayette Square

Lafayette Square

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Em frente a Lafayette Square, você pode pegar o metro e ir até o Coca Cola field…

No próximo post, vou falar sobre Niagara Falls do lado americano…

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Presqu’ile Provincial Park

Este verão pelo visto realmente não vai engatar um calor daqueles que nos fazem até querer o inverno (#sóquenão), mas mesmo assim não poderia faltar um camping. E desta vez fomos acampar no Presqu’ile Provincial Park. O parque fica à 2 horas de Mississauga e é de super fácil acesso. Localizado na cidade de Brighton, que possui somente uns 11 mil habitantes, o parque provicial de Presqu’ile possui umas 8 diferentes areas para se acampar. Ficamos no Lakeside Campground e achamos de super fácil acesso a todas as áreas do parque.

Farol - Vale a pena uma caminhada...

Farol – Vale a pena uma caminhada…

Lago Ontário já foi fotografado do Norte, Sul, Leste e Oeste...

Lago Ontário já foi fotografado do Norte, Sul, Leste e Oeste…

Apesar da temperatura não ter propiciado uma entrada no lago :-( pudemos aproveitar um solzinho e curtir a natureza. A cada ano que passa acrescentamos um item ao nosso kit de acampamento e a vida na floresta fica mais facilitada.

Estas crianças realmente são corajosas viu...

Estas crianças realmente são corajosas viu…

Assim como todos os parques provinciais que já acampamos, a estrutura para receber os visitantes é sempre de primeira. Os banheiros são lavados com frequência, todas as áreas super bem sinalizadas e organizadas.

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Desta vez nosso camping tinha uma criança de 9 meses e uma grávida, mas tudo foi super tranquilo e gostoso.

Detalhe para as toalhas para "proteger" do vento..kk

Detalhe para as toalhas para “proteger” do vento..kkkk

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Que venham mais campings :-)

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E a família cresce…

its a girlBem, aqui vai o primeiro post de uma seqüência sobre nosso assunto pendente: nosso primeiro baby nas terras geladas!
Antes de mais nada, devo dizer que não cansamos de agradecer a Deus pelo privilégio que Ele tem nos dados de ser pais. Só estamos no início e estamos amando essa ideia.
Vou começar do presente e aos poucos a gente conta como foi o processo (corajoso, diga-se de passagem) de engravidar longe da terra-mãe e longe da família.
De fato, nosso mundo a partir de agora terá mais brilho, mais cor-de-rosa, mais TPM e muitos, muitos laços e fitas! Sim, uma princesa está a caminho. E já tem o nome escolhido: Manuela!
Pois bem, vamos começar pela escolha do nome. Tarefa difícil e delicada, principalmente quando se vive em outro país. Depois de conversas, pesquisas em sites e listinhas dos Top 10, ficamos entre 3 nomes. A questão é que tanto eu quanto o Cris gostávamos dos nomes finalistas, mas decidir era difícil. Tem vários detalhes a se pensar que são óbvios: significado, gente conhecida, muito popular?, muito diferente?, etc. Mas a questão que mais ficamos ‘encalhados’ foi a forma de pronunciar o nome em ambas as línguas. Optamos por um nome brasileiro, então nomes com acentos, til, LH e cia estavam fora de cogitação. Assim, depois de pronunciarmos alguns nomes em inglês, percebíamos que eles perdiam um pouco da beleza do som ou então se pareciam com outra palavra em inglês. Assim chegou Manuela, doce e forte, suave na pronúncia, lindo significado (Deus está conosco). Para futuros papais imigrantes, aconselho já irem pensando em alguns nomes….rsrs.
Outra coisa que posso falar rapidamente nesse post é sobre a escolha do profissional de saúde que está nos acompanhando. Aqui você tem 3 opções: ser atendido pelo seu médico de família (family doctor), por um obstetra ou por uma parteira (midwife). Todos os profissionais são pagos pelo governo e a gente não desembolsa nadinha pelo atendimento deles (já pagamos os impostos, né?).
Optamos por uma midwife. Traduzir para parteira é um pouco grosseiro devido ao fato que no Brasil nossa imagem de parteira é aquela senhorinha que nunca foi na escola mas ajudou a comunidade inteira nascer. Isso é totalmente diferente aqui. As midwives são treinadas e estudadas como qualquer outro profissional de saúde. Fazem curso de 4 anos, estágio e tudo mais. São inclusive muito requisitadas, tanto que quando optamos ser atendidos por uma, tivemos que entrar na lista de espera. Se formos comparar médico X midwife, vamos encontrar várias vantagens e desvantagens, o importante é você pesquisar bem e ver com qual você se sente mais a vontade. Até então, temos visitado a nossa todo mês e a frequência da visita aumenta com a proximidade do parto. Só para  informar os navegantes, meu parto será no hospital (assim espero!!) com todo equipamento, profissionais e conforto necessários. As midwives são registradas em determinados hospitais e podem trabalhar lá normalmente. Além de tantas outras vantagens de termos uma midwife, a que destaca pra mim é o fato de ela ser especializada em gestação, parto e cuidados com recém-nascidos. Ela estudou só pra isso, então me sinto segura. A outra é a questão do acompanhamento mais próximo; elas te dão mais atenção durante as consultas, durante o parto e pós-parto (claro, que temos exceções de todos os lados). Elas inclusive vão até sua casa alguns dias depois do nascimento pra checar se está tudo bem com a família toda.
Sabia que o post ia ficar grande, mas vou tentar contar nossa experiência aos pouquinhos.

Uma dica para futuras mamães: case com um marido lindo como o meu! Cris tem sido super dedicado, amoroso e compreensivo durante esses já quase 6 meses! Isso é muuuuito importante. YOU ARE THE BEST, BABY! :)

Assuntos para possíveis próximos posts sobre gravidez:
O que não me contaram sobre gravidez
Lista de compras de um bebê: isso tudo mesmo?!?
Tentando engravidar: um grande milagre
Decorando o quarto: meu Deus! Quanta opção!

Ah! Não vamos falar só de gravidez e crianças no blog!! Vamos continuar falando de outros desafios da nossa quotidiana vida de imigrantes.

Uma pausa porque Cris, Aline e Manu estarão de férias no Brasil pelas próximas duas semanas.

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Punta Cana – República Dominicana

Depois da aventura das malas, chegamos em Punta Cana e com tantas malas (10 no total para 6 pessoas) que o povo deve ter pensado que estávamos nos mudando para lá.

Já havia um tempo que queria levar meus pais em uma viagem all-inclusive no caribe e finalmente desta vez conseguimos ir e ainda tivemos meus queridos tios juntos também J. Foi uma semana de muito papo, descanso, comida e passeio pela ilha.

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Punta Cana é um destino bastante popular aqui no Canada e tem uma estrutura bem grande de resorts para todos os gostos. Mais uma vez ficamos hospedados na rede Grand Bahia Principe e não temos do que reclamar. Como já ficamos hospedados nesta rede em uma viagem ao México, recebemos um pequeno upgrade na hora do check-in que nos dava direito a algumas regalias como cama king size, 1 restaurante a-la-carte extra e alguns brindes, fora uma localização privilegiada no complexo.

Assim como o resort na Riviera Maia, o Grand Bahia Principe de Punta Cana é super grande e dentro do complexo são 4 resorts da rede. Na semana que ficamos hospedados, tinham aproximadamente 6.200 hospedes e uns 4.000 funcionários, então vocês imaginam o tamanho da estrutura. O bacana é que em nenhum momento temos a sensação de que o resort está lotado (ate porque não estava), sempre encontrávamos mesas nos buffets, cadeira na praia e não enfrentamos nenhuma fila para nada. Como sempre, fomos super bem atendidos e meu pai adorou poder conversar em portunhol com o pessoal do hotel.

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Em relação à praia, o mar tem aquela cor muito bonita, mas o mar de Cuba ainda continua sendo meu favorito. A praia era enorme e com espaço suficiente para ter redes de vôlei, atividades animadas e muita gente caminhando sem tumulto.

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Não fizemos nenhum dos passeios mais famosos (Ilha Saona, mergulhos e golfinhos), optamos por um passeio que ia parando em varias cidadezinhas para conhecer um pouco da cultura da República Dominicana. Visitamos o lado bem pobre do país e também seu lado próspero. Fomos a um projeto infantil que proporciona educação para imigrantes ilegais do Haiti (País que divide a mesma ilha com a República Dominicana), visitamos também os Altos de Chavón, uma réplica de uma vila mediterrânea (pura ostentação para os padrões locais) e vimos a vida simples do interior do pais nas cidades de Higuey e El Seibo. Almoçamos em San Pedro De Macoris e paramos para algumas compras de souvenires na cidade de La Romana. No geral, nada muito diferente ao que os Brasileiros estão acostumados. O nosso grupo para o passeio era de sua maioria Alemã e eles pareciam estar em outro mundo com o modo de vida dos Dominicanos. Tudo bem diferente e curioso para eles.

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De volta

retorno-e-desafioEstou meio sumida, eu sei. Muitas mudanças nesse primeiro semestre do ano e precisei ficar focada nessas “mudanças”. Agora as coisas estao mais, digamos, tranquilas.

A primeira grande mudança foi de emprego mais uma vez. Fiquei 14 meses trabalhando no MTCC – o maior centro de convenções do Canadá e foi sem dúvida, uma experiência maravilhosa. Meu contrato se findou no final de janeiro desse ano e eu já tinha uma nova proposta: voltar para a empresa onde trabalhei anteriormente. Minha chefinha, como eu a chamo carinhosamente, uma inglesa imigrante quanto eu, havia me feito o convite desde o final do ano passado. Apesar de gostar muito do pessoal e do trabalho em si, hesitei um pouco em voltar, pelo fato que seria outro contrato de 1 ano. Já se somam mais de 3 anos que estou a base de contratos e eu estava na expectativa de me estabilizar numa empresa por um tempo maior, onde terei todos os benefícios e direito a férias regulares. Mas nem sempre o que a gente espera é o que Deus quer, né? Então resolvi me calar e aceitar a proposta.

Tudo se encaixou perfeitamente. Acabei o contrato no MTCC dia 31 de janeiro e no dia 2 de fevereiro já estava do volta na Informa (ex-MMPI – já falei dela aqui). Mesmo já tendo trabalhado lá antes, tive que reaprender algumas coisas, afinal, métodos e programas novos e claro, muita coisa eu havia esquecido. Mas com um pouco de paciência, prática e ajuda dos colegas, fui reaprendendo o trabalho e logo, logo já estava desenvolvendo novos projetos sozinha. A primavera e o outono são os meses mais badalados aqui de eventos, entao é um corre-corre só. Depois vem uma calmaria e ficamos só ‘organizando a casa’ e planejando o segundo semestre.

Gosto muito da maneira como os canadenses se organizam no meio profissional. Existe um planejamento e as pessoas estão sempre pensando em novas maneiras de melhorar o que jáexiste. Claro que existe também aquilo que não me agrada muito, tipo, o pouco treinamento que você recebe ao entrar numa empresa, mas com o tempo você acostuma a ‘se virar’ sozinho e corre em busca de informações por todo lado.

Ah! Sem contar que depois de 3 meses que eu havia deixado o MTCC e voltado para a Informa, o MTCC me ligou oferecendo a minha vaga de novo…rs. Tive que recusar por alguns motivos. Um deles é sobre o novo post. Veja no último paragrafo…

A segunda grande mudança é tão grande que vou ter que escrever um post só pra isso, mas já vou avisando que será um tópico que vamos incluir pra sempre nos nossos posts: um novo membro da família! :)

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